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Distros para iniciantes: Linux Mint #2

Olá pessoal, como prometido, estou publicando o primeiro capítulo da série “Distros para iniciantes”. Vamos abordar o Linux Mint, que também usei por um tempo. O Linux Mint, ou Linux de Hortelã (como é chamado por alguns) ganhou muita relevância no último ano, depois que a Canonical colocou o Unity (que na época estava bastante instável) no Ubuntu.

Chega de blábláblá e vamos apresentar o Mint.

O Linux Mint é uma distro baseada no Ubuntu e sua versão Linux Mint Debian Edition(LMDE) é baseada no Debian, que dá ao usuário uma distro completa e muito fácil de usar, perfeita para leigos e iniciantes.

https://i1.wp.com/distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/mint.png

 

  • Gerenciador de Pacotes: apt;
  • Origem: Irlanda;
  • Baseada no: Ubuntu e no Debian;
  • Arquitetura: i386, x86_64;
  • Desenvolvimento: Ativo.

Prós: uma distro fácil de usar, tem um repositório que por padrão (pelo menos na versão 11, a que eu uso), inclui cerca de 34 mil pacotes. A versão baseada no Debian (LMDE) que é infinitamente atualizada de acordo com o Debian Testing, é uma distro de visual agradável, inclui codecs e vários aplicativos na instalação padrão.

Contras: o LMDE é totalmente incompatível com a versão baseada no Ubuntu, e esta última é um pouco pesada.

Requisitos: 512 MB de RAM, (1 GB recomendado), 5 GB de HD, Processador x86 e Placa gráfica capaz de exibir na resolução de 800 × 600.

 

 

Kitux: Novidades para o Nippybox

Olá pessoal, estou publicando mais novidades sobre o Nippybox. Elas vão desde da mudança da base, até a mudança do nome.

  • Mudança do nome de Nippybox para New Look Linux: Embora a distro correspondesse ao nome dela, o nome na minha opinião não passava a devida seriedade para a distro, o que é ruim, esse novo nome siginifica um novo olhar para o Linux, com um ambiente que sai da mesmice do Openbox+Tint2 ou Openbox+Lxpanel.
  • Mudança da base de Ubuntu para Debian Stable: O Ubuntu estava sim mais leve, mas decidi mudar a base, porque os pacotes do Debian são bem mais testados do que os do Ubuntu, o que quase extingue a chance de dar problemas
  • Mudança dos aplicativos: o New Look, quer ser como o Kurumin Linux foi, uma distro pequena, rápida de instalar, fácil de manusear.
  • Mudança da dock: A dock do Sistema, mudou de Avant Window Navigator para o Wbar, que é sensivelmente mais leve.
  • Mudança da interface: Ao invés de fazer uma interface totalmente nova, decidi partir para algo mais clássico, como no bom e velho Kurumin. http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9e/Kurumin-7.0r3.png

Dá para notas as mudanças, a previsão do tamanho da distribuição diminuiu de 1,5 GB para no máximo 350 MB. Previsão de lançamento para a versão 1.0.0 é de abril de 2013.

VAMOS QUEBRAR O ESTERÓTIPO DE QUE O LINUX É APENAS PARA HACKERS! VAMOS FAZER O LINUX FÁCIL, UMA DISTRO DE VERDADE.

Distros para iniciantes: Introdução #1

Bem pessoal, a pergunta mais frequente dos fórum sobre o Linux por aí é: “Qual é o melhor Linux para mim?”. A proposta dessa série é mostrar algumas distros para o usuário usar em seu dia-a-dia.

A cada semana abordaremos uma distro, seus prós e contras, seus requisitos de Hardware, seu tamanho de download, e o ciclo de versões.

Anunciadas mais três ferramentas para o Easy Tools.

Olá pessoal, depois que o Nippybox trocou o Slackware pelo Debian, ele está muito mais rápido. As ferramentas são:

  • AppCafé Package Manager: O AppCafé é um gerenciador de pacotes gráfico que veio para ficar. Ele é extremamente adaptável a distro que está usando, ele acompanha ícones mágicos, um arquivo de configuração para setar o comando para instalar, desinstalar e expurgar o pacote.
  • Nippy Desktop: Um configurador para o lançador de tela cheia do Nippybox. Ele é bem simples, para cpnfigurar apenas o básico.
  • Plank Configurator: Um configurador para o Plank, a dock do Nippybox.

dreamboxLinux: agora é Nippybox Linux.

O dreambox mudou de nome, porque os germanos (sempre eles…) registraram o nome antes. O novo nome, Nippybox, significa isso:

  • Nippy: Picante, rápido, incisivo, cortante, vivo ativo
  • box: de Openbox, o ambiente padrão da distro.

E junto com a mudança do nome, ocorreu a mudança de base, agora a distro é Slackware, por causa que é bem parecido com o Arch Linux em si. A distro usa os pacotes txz, e terá um gerenciador de pacotes próprio – o nippypkg. Apesar de ser muito diferente do Kitux, o Nippy é uma distro que no fundo de tudo são muito parecidos… A introdução dos facilitadores – o easy-tools – fará uma grande diferença em relação à distro mãe – o Slackware – e fará que o jeito de operar se pareça com o do Kitux.

Aos que estão começando…

Artigo de autoria de Xico_Ambrozio no Viva o Linux

Felizmente vemos uma expansão muito grande do Linux. E isto se deve em grande parte às distribuições friendly-users (as amigáveis, na qual pouco [ou nada] se gasta em matéria de configuração e ajuste). 

Não quero aqui desaprovar esta tendência. Acho, pelo contrário, que a porta da frente do mundo Linux deve ser esta mesma. Tampouco é minha intenção dar a entender que distribuições amigáveis são ruins e que Linux tem que ser difícil. Está não é a questão. 

É claro que é muito interessante instalar uma distribuição Linux e logo de cara já sair usando – sem precisar, por exemplo, gastar dias para configurar a placa de vídeo e não conseguir fazer subir o ambiente gráfico. 

O que quero propor – e acredito que muitos irão concordar comigo – é: NÃO FIQUEM NO BÁSICO!!! Qualquer distribuição Linux te dá oportunidade de descobrir um mundo novo de descobertas e conhecimento. 

Então, o que segue é o que acho ser alguns conselhos interessantes aos que estão ingressando neste maravilhoso mundo da liberdade. 

Bom, a primeira coisa a ser dita, e talvez a principal, é que a informação é a arma do negócio (é isto mesmo, eu não errei na digitação). Informação é importantíssimo em um sistema que irá exigir muito de você. Sendo assim, se você não tem o costume ou não gosta de ler, aprenda! Aqui vale uma nota: nem toda a documentação Linux está traduzida, então, se você não manja muito de inglês, arrume um dicionário! 

Outra coisa é: aprenda (e se acostume) a usar a linha de comandos. Pode não parecer, mas esta é a maneira mais fácil, rápida e eficiente de você manipular seus arquivos no Linux – especialmente os de configurações e/ou administração de seu sistema. 

Você está usando um sistema GNU/Linux! Então, aprenda o que é GNU e donde veio o Linux. Não se contente em ser um mero usuário, adira à causa do Sofware-Livre. 

Conheça a FHS – Filesystem Hierarchy Standard (Sistema de Hierarquia de Arquivos Padrão). O que é cada diretório, para que que serve. 

Aprenda a utilizar bem um editor de texto – digo: vi, nano, mcedit… não o gedit ou kedit. 

Saiba usar o chmod, chown, chgrp, umask. Mount, umount, sistemas de arquivo. 

Acostume-se a lidar com os arquivos de configuração – diretório /etc. Analise-os, tente entendê-los e se necessário mude-os. Não deixe que o medo te impeça de mexer em seu sistema. A melhor maneira de aprender é justamente esta – fuçando! Desde que você mantenha bons registros do que está fazendo, se fizer algo que não deveria, você pode consertar. – É claro que a cautela de manter um backup de seus arquivos pessoais e dos importantes é muito bem-vinda. 

Acabou a mamata de instalar programas só clicando em NEXT, NEXT, NEXT, I AGREE, FINISH! Uma das realidades mais duras para quem está iniciando no Linux é descobrir que instalar algo é um pouco mais complicado do que isto. Por isso, conheça seu Gerenciador de Pacotes, saiba usá-lo com eficácia. 

E quando for lidar com um tarball (pacotes de extensão .tar.bz, .tar.bz2… que precisam ser compilados), depois de extraí-los, analise os arquivos que estão no pacote. Embora a maioria se resolva pelos comandos ./configure, make e make install nem sempre vai ser assim. Todos arquivos deste tipo vêm com instruções, leia-as (a maioria [senão todos] está em inglês, lembra do que eu disse acima sobre um dicionário… 

E se, for mesmo à velha maneira (./configure, make, make install), saiba o que cada uma destas coisas faz. Se der problemas você estará apto a resolvê-los. Por exemplo, se o configure acusou algum erro, adianta dar o make depois? Como resolver o erro em questão? E se o erro for durante o make? 

E quando problemas cabeludos surgirem, em primeiro lugar tente lidar com eles sozinho. Sim, sim, você agora faz parte da comunidade Linux, onde inúmeras almas boas estão dispostas a te ajudar, mas tente primeiro… Leia os manuais. Pesquise. Você irá descobrir que outras pessoas já passaram pela mesma coisa, ou então, vai descobrir excelentes matérias que podem te ajudar a resolver seu problema. Só depois que já tiver esgotado todos os seus recursos pessoais, aí sim, peça ajuda. E mesmo quando pedir ajuda não significa que seu problema irá ser solucionado imediatamente. E é aqui que segue outro (importante) conselho: tenha paciência!!! Resista a tentação de ter uma recaída e voltar aquele S.O. fácil, baseado em Janelas. Vá fazer outra coisa, esfrie a cabeça, volte ao computador depois… Com o tempo as coisas se resolvem! 

Enfim, estas são algumas linhas que acho serem úteis para fazê-los entender que a partir de agora o poder está em suas mãos. Queira usá-lo, saiba usá-lo, use-o. 

E quero terminar com as palavras de Linus Torvalds: “O código aberto é um modelo sobre como fazer coisas, e eu acredito que este é um jeito muito melhor de fazer as coisas. O código livre vai tomar conta do mercado não por causa de nenhuma ‘batalha’, mas simplesmente porque jeitos melhores de fazer as coisas eventualmente tomam o lugar de métodos inferiores”. 

[SimplyOS] A Distro mudou de Nome…

Olá pessoal, venho anunciar hoje, que a minha distro o SimplyOS, mudará de nome, se chamando agora de Codename Constantine ou CodeConstantine.

[SimplyOS] Tchau Arch, Bem vindo Fedora

Olá pessoal, o SimplyOS mudar base, Agora ele é .rpm. Desde quando o conceito do SimplyOS foi criado, ele mudou de base diversas vezes, do Mandriva (Quando a distro se chamava MandruX) para o Debian Testing (Quando adquiriu o nome SimplyOS), depois para o Arch e agora para o Fedora. Com a mudança da base, teremos que repensar algumas ferramentas e organizá-las no SCC (Simply Control Center). Repensei até mesmo a interface, que seria mais voltada para telas menores, e parecida com a do OS X da Apple, agora está um pouco mais normal, porém com alguns elementos originais.

Afinal, o que é KDE, GNOME, XFCE, LXDE?

Artigo de autoria de Anjo do fórum Linux Mint Brasil

Alguns novatos podem se perguntar: “O que diabos é KDE/GNOME/XFCE/FluxBox/OpenBox/WindowMaker/…?” Aí obtém como resposta: “É uma interface gráfica.”

Bom, antes, vamos dizer que quase todos os sistemas operacionais (nem todos, só os que tem visuais né?) tem interface gráfica. O Windows XP tem uma interface gráfica, mas quase nunca ouvimos falar dela porque “é menos importante”. Chama-se Luna. Interface gráfica é tudo aquilo que controla o visual do seu sistema operacional (me corrijam se eu estiver errado). Sem ela, acho que seu sistema seria uma tela preta tendo que digitar comandos.

GNOME, KDE, XFCE, LXDE, FluxBox, OpenBox e afins são interfaces gráficas. Vou falar das mais conhecidas e mais usadas:

GNOME: é escrito com base em GTK+. GTK+ é toolkit multiplataforma para criação de interfaces gráficas, originalmente desenvolvido para o GIMP. (Fonte: Wikipédia) É lançada uma nova versão a cada 6 meses. (o mesmo ciclo do Ubuntu, porém, o GNOME lança uma versão um mês antes do Ubuntu. Ou seja, se o Ubuntu 10.04 vai lançar em Abril, a versão 2.30 do GNOME é lançada em Março.)

KDE: escrita com base em QT. QT é um sistema multiplataforma para o desenvolvimento de programas de interface gráfica. Por isso tem um visual estrondosamente diferente do GNOME, e é bem estiloso.

XFCE: escrito também com base em GTK+! É uma interface muito leve mesmo, rodando em PCs com 192 MB de RAM. Lembra o GNOME, mas é mais leve.

LXDE: Também escrita em GTK+. Mas é muito mais leve que o XFCE. É feito para rodar em PCs antigos também.

FluxBox: Escrita em C++ (não sei se é baseada em GTK+ ou QT) e é bastante leve. Ela é leve o bastante para rodar em um 486DX com 16 MB de memória RAM.

OpenBox: Escrito em C. Projetado para ser leve e rápido.

[SimplyOS] Informações

Olá pessoal, estou publicando informações sobre o SimplyOS 2013 Dark Sun.

  • A distro terá como ambientes de trabalho o KDE e o Openbox, deixando o MATE para a versão 2014 Serene Jupiter
  • Os nomes serão modificados (um pouco). Agora são:
    • Ligth Edition: minimalista. É essa palavra que define essa edição. Ela tem como ambiente de trabalho padrão a combinação do Openbox e um Tint2 muito bem configurados.
    •  New World Edition: fácil para o usuário leigo. Essa edição inclui todos os programas que um leigo precisa. O ambiente de trabalho é o KDE e o Openbox
    •  Extended Edition: completa e muito funcional. Ela é muito completa, tendo os melhores programas de cada categoria. O Ambiente é o KDE, configurado, para ter melhor acesso aos aplicativos, e o KDE é muito completo.
  • Estou convocando a ajuda de todos da comunidade, para ajudar no projecto.
  • Alguns programas foram alterados
    • Do Google Chrome, para o Firefox (o Google Chrome, será colocado no SimplyOS Extended Edition)
    • Do Abiword/Gnumeric para o LibreOffice (Eles serão colocados no SimplyOS Ligth Edition)
    • Do Audacious para o Clementine (O audacious será colocado no SimplyOS Ligth Edition
  • Serão introduzidos os perfis de aplicativos
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